Boteco do Ribeiro - tequilas culturais & outras azambujas


CIGARRO FRIO EM NOITES MORNAS NO JORNAL DA TARDE



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 14h23
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ESTREIA DE CIGARRO FRIO EM NOITES MORNAS

Meus camaradas de manguaça, depois de Sessenta Minutos para o Fim, o grupo Garagem 21 estreia Cigarro Frio em Noites Mornas. A temporada rola às quintas-feira, 21h, de 4 de outubro a 29 de novembro, no Espaço dos Satyros 1 (São Paulo). Aguardo todos lá. Quem puder, por favor ajude a divulgar em seus blogs, sites e afins.

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Em CIGARRO FRIO EM NOITES MORNAS, Garagem 21 mistura influências que vão de Nelson Rodrigues a filmes de terror para mostrar a história de dois personagens depois de um atentado terrorista  

O grupo Garagem 21 apresenta a temporada de estreia de Cigarro Frio em Noites Mornas, comédia dramática que narra a relação de um legista com um travesti que, após um atentado terrorista, recusa-se a aceitar a própria morte. A montagem parte da estética de HQs, mangás, desenhos animados e filmes de ficção científica e de terror para falar sobre as relações humanas em uma sociedade cercada pela violência.

Para abordar esse assunto, a encenação utiliza ainda uma mescla de referências que vão do teatro de Nelson Rodrigues, Samuel Beckett e William Shakespeare a rock gótico, rock industrial e industrial dance. Como base teórica para aprofundamento dos conceitos de violência e modernidade, foram estudadas obras de Michel Foucault, Gilles Lipovetsky, Pierre Bourdieu e Thomas Hobbes.

SINOPSE
Influenciada pelo teatro de Nelson Rodrigues, Beckett e Shakespeare e com estética inspirada em HQs, desenhos animados e filmes de terror, a peça narra a relação de um legista com um travesti que, após um atentado terrorista em uma igreja, recusa-se a aceitar que está morto.



Sinopse expandida
Um legista tem seu cotidiano profissional paralisado por uma situação inusitada: o aparecimento de um travesti que, após um atentado terrorista, recusa-se a aceitar a própria morte. Nesse ambiente mórbido, entram em choque dois universos distintos: o legista, fascinado pela morte e evitando ceder ao desejo pelos corpos presentes no necrotério em que trabalha, procura de todas as formas fazer com que o travesti entenda que está morto; já o travesti é um ex-profissional do sexo que carrega em si um trauma em relação a cuecas, símbolo do masculino. Por conta disso, desenvolveu uma personalidade feminina, numa crise de identidade de gênero representada pela figura de um paninho carregado nos braços como se fosse um bebê.

Dividida em três quadros, a peça aborda questões como identidade de gênero, despersonalização, violência, memória, trabalho, diversidade, sexo e morte. No primeiro quadro, o legista examina um paciente sob os olhos curiosos e temerários do travesti, aterrorizado por não entender o motivo de estar preso naquele espaço. Ao mesmo tempo em que busca proteger o filho imaginário que carrega nos braços, tenta estabelecer uma relação mais harmônica com o legista. Este, por sua vez, utiliza uma espécie de estratégia fabiana para não confrontar diretamente o travesti. Ao contrário, intercala momentos de fúria e simpatia para, ao final do quadro, revelar que o travesti está morto.

No segundo quadro, o legista conta que houve uma grande explosão em meio a um culto em uma igreja evangélica, provocando a morte de mais de 700 pessoas. A notícia é narrada como se fosse um acontecimento do presente, até que o legista explica que, nesse atentado, o travesti morreu, com seu corpo sendo encontrado, intacto, no chapéu da estátua de Borba Gato. Recusando a informação do legista, o travesti constroi diversas analepses para não confrontar a própria realidade, isolando-se em imagens ora reais, ora fantasiosas, numa espécie de alucinação. O quadro é concluído com o travesti finalmente aceitando a própria condição.

No terceiro e último quadro, a narrativa ganha outros contornos com algumas revelações sobre a realidade de ambos.



Quem é o grupo Garagem 21
O grupo Garagem 21 surgiu em 2009, na cidade de São Paulo. Desde o princípio, centrou suas pesquisas na investigação da ideia de poder e suas extensões no corpo social, utilizando-se da leitura de obras de filósofos como Nietzsche, Schopenhauer e Michel Foucault. Do ponto de vista estético, procura um híbrido do teatro com outras linguagens, como quadrinhos, videogames, desenhos animados e rock, em busca de uma forma de fazer teatro relacionada à transformação social propiciada pelas novas tecnologias e capaz de fomentar um novo público, em especial jovens e adultos.

Neste período, encenou as seguintes peças: Fim de Partida (no Festival de Curitiba 2011, ainda inédita em São Paulo), Fodorovska (2010), Somente os Uísques São Felizes (2009) e Sessenta Minutos para o Fim (2009). O grupo apresentou-se em diversos festivais, como: Festival de Teatro de Curitiba (PR), Funalfa – Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora (MG), Floripa Teatro (SC), Festival de Teatro de Lages (SC), Festival de Teatro de Campo Mourão (PR), Festival de Teatro de Catanduva (SP), FestCamp (Campo Grande/MS), Festival Nacional de Teatro Pontos de Cultura (Floriano/PI), Mostra Jacareiense de Artes Cênicas (Jacareí/SP), Festival de Teatro da Unicentro (Guarapuava/PR), Festival Nacional de Comédia (Alegre/ES) e Festivale – Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba (São José dos Campos/SP). Ainda se apresentará no Festara – Festival de Teatro de Araçatuba e no Fetet – Festival Nacional de Teatro de Penápolis. Apresentou-se ainda na primeira e na segunda edição da Festa do Teatro e na edição 2010 da Virada Cultural.

Recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo Adulto, Melhor Ator (Paulo Campos), Melhor Figurino e Melhor Direção (Cesar Ribeiro) no Festival de Teatro da Unicentro (Sessenta Minutos Para o Fim). Recebeu o prêmio de Melhor Trilha Sonora (Cesar Ribeiro) no Festival Nacional de Comédia (Sessenta Minutos Para o Fim). Recebeu os prêmios de Melhor Ator (Paulo Campos) e Melhor Ator Coadjuvante (Sergio Silva Coelho) no Festival de Teatro de Campo Mourão (Fodorovska).

Sob a denominação Cia. de Orquestração Cênica – nome anterior do grupo –, encenou as peças Desconstrução (2007), Sinfonia Patética (2007), Diálogo Inútil do Abismo com a Queda (2001), Intermezzo (2000), Diário de um Louco (2000), Queen – a Festa (1999), Millennium (1997), Desimagem (1996) e Subterrâneo (1994).



Ficha técnica
Direção, texto, trilha sonora e iluminação: Cesar Ribeiro
Elenco: Paulo Campos e Bira Honorato
Figurinos: Ivana Scotelari
Cenografia e maquiagem: Guto Alvar
Preparação corporal: Bira Honorato
Preparação vocal: Pepê Jones
Design gráfico: Diego Bianchi
Fotos e filmagem: Nelson Kao
Assessoria de imprensa: Márcia Marques (Canal Aberto)
Realização: Garagem 21



Serviço “Cigarro Frio em Noites Mornas”
Dias: 4 de outubro a 29 de novembro de 2012
Horários: quintas-feiras, às 21h
Local: Espaço dos Satyros 1
Endereço: Praça Roosevelt, 214
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 12 anos
Lotação: 70 pessoas
Gênero: comédia dramática
Informações: 3258-6345
Ingressos: R$ 20,00 inteira | R$ 10,00 meia-entrada
Lista Camarada: as pessoas que tiverem o nome na lista pagam apenas R$ 10. Para incluir seu nome e de seus convidados basta enviar email para cesarribeiroteatro@uol.com.br (necessário informar nome e email de todos que comparecerão à apresentação)


Escrito por @Cesar_Ribeiro às 12h43
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Sessenta Minutos para o Fim - crítica de Kil Abreu

Meus camaradas de manguaça, segue crítica de Kil Abreu para a peça Sessenta Minutos para o Fim, durante apresentação no Festivale, em São José dos Campos.

De Beckett a Seinfeld

Crítica – Sessenta minutos para o fim (Grupo Garagem 21, São Paulo) – Kil Abreu

O caminho que vai de Beckett a Arrabal (e, talvez acidentalmente também inclua Jean Genet e seus jogos em torno da representação de papéis) é parte da paisagem para a qual olha o grupo Garagem 21. Ainda que apenas uma ou outra coisa das peças destes autores esteja literalmente no espetáculo, são presenças muito firmes. Deve-se certamente a estas fontes a situação fundamental que articula a montagem, que remete a Fim de jogo e a O arquiteto e o Imperador da Assíria.

Penso especialmente em Beckett, não só pelas circunstâncias, de fato presentes também em Arrabal, mas por conta do campo de sentidos que vai se construindo no espetáculo. E, ainda, em função da luta dos dois personagens para que ambos não se deixem render ao puro niilismo, observados por uma figura de fábula, um coelho – como que o guardião de um tipo de narrativa já perdida, que já escorreu dali.

Diante da situação limite – limite a ponto de seus contornos aparecerem borrados e se avizinharem do nada -, a guerra íntima pela sobrevivência já não se dá na forma do enfrentamento cartesiano. Só pode se dar no campo da pura linguagem, crivada de buracos, cheia de fissuras. Agonismo sustentado por um tênue fio de fábula que ainda persiste e ameaça cindir-se. Aos personagens só resta inventar estratégias de permanência neste território incerto. Modos para que se mantenham de pé e que visitam um ou outro lance do comportamento: sexual, político, ético. Com o agravante de que no caso estes lances carecem propositalmente de continuidade uns em relação aos outros, ainda que apareçam simulados como recorrências. É que a recorrência de fatos e situações não tem aqui caráter explicativo, não redime nada nem ninguém. Aquilo que se torna a repetir não é indício de solução da crise posta. Ao contrário, é indício do seu aprofundamento.

A encenação de Cesar Ribeiro leva estes fundamentos das dramaturgias que inspiram o grupo aos territórios da cultura de massa, com referências ao cinema, a séries de TV e aos quadrinhos. Sem demérito a estas tentativas de diálogo anunciadas pelo diretor, o que sobrevive fundamentalmente na montagem é o fundo sentimento de derrisão, nascido do cruzamento entre aquelas situações e estas outras fontes. Permanecem os contornos do absurdo existencialista, só que agora retocados com as tintas de uma ironia muito evidente. E a serviço de uma dinâmica cênica bem demarcada tanto no desenho quanto no ritmo. Como obra aberta pode perfeitamente dispensar a leitura que o próprio grupo faz e oferecer outros chamados ao olhar do espectador.

De um modo ou de outro é um espetáculo que intui uma forma muito interessante de conceber a cena e procura traduzi-la se pautando pelo rigor. Um chamado convidativo para o próximo espetáculo que está a caminho.

Fonte:  SITE DO FESTIVALE


Escrito por @Cesar_Ribeiro às 16h21
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Sessenta Minutos para o Fim em São José dos Campos

Alô? Alô? Alguém por aqui? Bom, segue uma dica para os fantasmas: neste sábado, dia 15 de setembro de 2012, apresentaremos a peça Sessenta Minutos Para o Fim no Festivale – Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba, em São José dos Campos. A apresentação será às 18h, no Teatro Municipal. Em outubro, apresentaremos no Festara (Araçatuba) e, em novembro, no Fetep (Penápolis). Em outubro também estrearemos a peça Cigarro Frio em Noites Mornas, em São Paulo. Depois passo a ficha.

 



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 11h13
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SESSENTA MINUTOS PARA O FIM EM LAGES

Nesta sexta-feira, dia 25 de novembro, apresentaremos a peça Sessenta Minutos Para o Fim no Festival de Teatro de Lages, em Santa Catarina. Estivemos lá na edição passada do festival, com a peça Fodorovska. Muito bacanas o evento e o pessoal. Quem estiver por lá neste fim de semana, a apresentação será às 20h30, no Teatro Municipal Marajoara. Fikadika.

 



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 10h58
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Marisa Letícia raspa barba e cabelo do ex-presidente Lula



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 18h34
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SESSENTA MINUTOS PARA O FIM EM FESTIVAIS

Depois de Curitiba (PR), Jacareí (SP), Alegre (ES) e Guarapuava (PR), a peça Sessenta Minutos Para o Fim será apresentada em festivais em Florianópolis (SC), Juiz de Fora (MG), Floriano (PI) e Campo Grande (MS). Para quem estiver por lá, seguem as datas. E em breve devemos estrear Fim de Partida, de Samuel Beckett, em São Paulo, depois de apresentações no Festival de Curitiba. Mais para a frente passo as datas. 

SESSENTA MINUTOS PARA O FIM
Inspirada na obra de Fernando Arrabal e Samuel Beckett, a peça utiliza a linguagem de desenhos animados e quadrinhos para contar a história de dois atores condenados por um coelho a realizar uma apresentação teatral para um público que nunca aparece.

Direção, texto, iluminação e trilha sonora: Cesar Ribeiro
Preparação corporal: Bira Honorato

Elenco
Ulisses Sakurai (Velho Ator)
Paulo Campos (Homem)
Bira Honorato (Coelho)

FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE JUIZ DE FORA (MG)
Teatro do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas
10 de setembro
19h

FLORIPA TEATRO - FESTIVAL DE TEATRO ISNARD AZEVEDO (Florianópolis/SC)
Casa do Teatro Armação
10, 11 e 12 de outubro
21h

FESTCAMP – FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO DE CAMPO GRANDE (MS)
Teatro Glauce Rocha
22 de outubro
20h

FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO PONTOS DE CULTURA (Floriano/PI)
29 de outubro

 



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 12h32
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A MELHOR MÚSICA DE TODOS OS TEMPOS DE HOJE



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 19h44
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VÍDEO DE FIM DE PARTIDA

Ainda estou aguardando chegar de Curitiba o vídeo de nossa estreia de Fim de Partida, mas, como as apresentações estavam cheias de fotógrafos e gente filmando, acabo de descobrir que soltaram um trecho da peça no Youtube. Segue a bagaça. E valeu por ter filmado.





Escrito por @Cesar_Ribeiro às 09h14
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PRIMEIRAS FOTOS DE FIM DE PARTIDA - POR ALCESTE RIBAS

O camarada Alceste Ribas fez algumas fotos de Fim de Partida durante apresentação no Festival de Teatro de Curitiba. No elenco, Paulo Campos, Bira Honorato, Williams Fioque e Keli Viacelli. Segue a bagaça.

















Escrito por @Cesar_Ribeiro às 01h51
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CRÍTICA DE FIM DE PARTIDA NO SITE WAPANDA - POR AYRTON BAPTISTA JUNIOR

FIM DE PARTIDA: BECKETT + ROCK'N ROLL É TEATRO ANIMAL

Não é à toa que Angie, do Rolling Stones, compõe a trilha de Fim de Partida assinada pelo grupo paulistano Garagem 21. Nesta versão do clássico de Samuel Beckett, é mesmo rock'n roll a excelente interpretação do ator Paulo Campos: uma voz de vocalista de heavy metal (lembrei de Bruce Dickison, do Iron Maiden) dá vida ao raivoso protagonista.

Confinado numa cadeira de rodas, um cego avarento passa os dias com seu criado corcunda (Bira Honorato, afinadíssimo com Paulo Campos), cujo drama é não poder sentar. De vez em quando, o rude diálogo é interrompido pelos pais (Willians Fioque e Keli Viacelli) abrigados em latões de lixo à espera das míseras bolachas ofertadas pelo filho.

O soturno do texto de Beckett ocupa um palco escuro e tem sua crueza realçada por maquiagens que lembram desenho animado. O filho, por exemplo, parece o Esqueleto de He-Man e os pais, cachorros que eu já vi em algum lugar. Seria no Banana Split?

Campos nunca sai de cena e carrega a avareza com uma intensa rouquidão roqueira (agora lembrei de Joe Cocker). Eu falei rock'n roll, mas não disse que este Fim de Partida, do diretor Cesar Ribeiro, significa barulho. É teatro dramático na veia. Animal!

*****

Fim de Partida, com a companhia Garagem 21, de São Paulo, esteve em cartaz no teatro Novelas Curitibanas, entre os dias 7 e 8 de abril.

Fonte: 
 WAPANDA


Escrito por @Cesar_Ribeiro às 01h20
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GARAGEM 21 NO FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA

Muito bacana a participação do Garagem 21 no Festival de Teatro de Curitiba. Estivemos lá na semana passada, em duas mostras curadas: Sessenta Minutos Para o Fim participou da Mostra Conexão Roosevelt, uma amostra da produção teatral da Praça Roosevelt que teve curadoria de Ivam Cabral, dos Satyros. Já na Mostra Teatro Novelas Curitibanas, com curadoria da própria organização do festival, fizemos a estreia de Fim de Partida, de Samuel Beckett. Ao todo foram seis apresentações, sendo duas de Sessenta Minutos e quatro de Fim de Partida. A primeira sessão de Sessenta Minutos foi razoável, enquanto a outra foi duca. Já a primeira sessão de Fim de Partida foi um lixo total, coisa de dar vergonha. Peça sem ritmo, sem volume, sem nada, e com direito a 80% da plateia dormindo. Já as três seguintes foram geniais, com tudo certinho. A peça, apesar desse desastre inicial, ficou show. O camarada Alceste Ribas, de Curitiba, filmou e fotografou a peça. O vídeo eu coloco daqui a alguns dias no blog, e as fotos já seguem em um próximo post.


Escrito por @Cesar_Ribeiro às 01h15
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A MELHOR MÚSICA DE TODOS OS TEMPOS DE HOJE



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 15h11
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A MELHOR MÚSICA DE TODOS OS TEMPOS DE HOJE



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 10h22
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NOVO ÁLBUM DO RADIOHEAD

Na sexta-feira 18, o Radiohead lançou um novo álbum, chamado The King of Limbs. Abaixo segue o primeiro vídeo da bagaça. E você pode baixar o álbum gratuitamente AQUI



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 12h55
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DESIGN GRÁFICO DE SESSENTA MINUTOS PARA O FIM

Esta é arte para os flyers da temporada de Sessenta Minutos Para o Fim no Teatro Paulo Eiró, em São Paulo. A bagaça é uma criação do camarada Diego Bianchi, um dos unbrains da 3FM – Three Fucking Mongos, mas eles insistem em dizer que é Three Fucking Minds. Que acham? 




Escrito por @Cesar_Ribeiro às 19h21
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WHAT HITLER WANTS

O vídeo abaixo traz uma série de quatro propagandas soviéticas antinazistas feitas durante a Segunda Guerra, todas em animação.



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 12h50
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TADEO JONES, DE ENRIQUE GATO

Tadeo Jones é um curta-metragem espanhol que parodia a série Indiana Jones. Dirigida por Enrique Gato, a animação ganhou o prêmio Goya de melhor curta em 2006 e ainda gerou uma sequência, chamada Tadeo Jones Y El Sótano Maldito.



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 12h23
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A MELHOR MÚSICA DE TODOS OS TEMPOS DE HOJE



Escrito por @Cesar_Ribeiro às 00h59
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TWO INSANE VIDEOS - via @CharlesBivona





Escrito por @Cesar_Ribeiro às 12h15
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