GUZIK, A VELHA E O FIM
 foto de Guilherme C
Fui anteontem com o Paulo Campos ver o Monólogo da Velha Apresentadora, peça do Mirisola interpretada pelo Guzik com help do Chico Ribas. Muito bacana. Mas este post não é sobre isso — na próxima semana vou escrever um textinho exclusivamente sobre a peça. A bagaça é que o Guzik escreveu no blog dele (link ao lado) uma mensagem de divulgação sobre o Sessenta Minutos Para o Fim. Okey, okey, eu pedi pra ele dar um help na divulgas, mas o bacana é que ele fala um pouco sobre nossa longa relação teatral. Para quem não sabe, Guzik é a única pessoa da mídia (tá bom, ex-mídia) que acompanha o que faço desde o começo, desde minha primeira direção, lá pelos idos de mil novecentos e bzssfghquatro, como diz a Velha. Segue o texto.
Do incansável Cesar Ribeiro (texto de Alberto Guzik)
Eu acompanho a carreira de Cesar Ribeiro desde que ele era um moleque magrinho que tinha um cabelo de roqueiro, lindo, escorrido, que chegava até o meio das costas. Cursava o Indac e quase me arrastou pra ver um espetáculo dele, lá. Uma montagem claustrofóbica, asfixiante, muito boa. De lá pra cá o talentoso garoto ganhou peso, cortou os cabelos, e não parou mais de fazer teatro. Tem tido uma longa parceria com os Satyros, onde sua companhia, a Garagem 21, vem se apresentando regularmente. Agora eles trazem "Sessenta Minutos para o Fim", texto que mistura os universos de Arrabal, de Samuel Beckett e do próprio Cesar Ribeiro. A montagem está no Satyros 2, aos sábados e domingos, 18h30. Ainda não vi porque estamos ensaiando "Liz". Mas semana que vem vou lá assistir ao trabalho do meu amigo, que luta por um teatro de idéias e de provocações. E que tem um blog dos mais interessantes, linkado aí ao lado. Do blog do Cesar é que eu pinçei essa foto linda, que Nelson Kao tirou da montagem de "Sessenta Minutos", que faz parte de um projeto de nome genial: Naftalinas na Garganta. Vejam! 
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E hoje e amanhã rola a bagaça: SESSENTA MINUTOS PARA O FIM (segunda parte do projeto Naftalinas na Garganta) Inspirada na obra de Fernando Arrabal e Samuel Beckett, a peça utiliza a linguagem dos quadrinhos para contar a história de dois atores condenados por um coelho a realizar uma apresentação teatral para um público que nunca aparece.
Direção, texto, trilha sonora e iluminação: Cesar Ribeiro Com: Ulisses Sakurai, Paulo Campos e Priscilla Maia Design gráfico: Diego Bianchi Fotos: Nelson Kao Dur: 60 min 12 anos 60 lugares R$ 20 (R$ 10 para estudantes, classe teatral e aposentados)
2 de maio a 28 de junhoSábados e domingos: 18h30 Espaço dos Satyros 2 Praça Roosevelt 134 3258.6345
Escrito por Cesar Ribeiro às 10h44
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RUFUS WAINWRIGHT?
 Como diria Fernanda Torres em Império das Meias Verdades, "Agora eu vou falar. Agora eu vou desabafar". Esse cara virou moda de bastante tempo para cá, com defensores prontos a cortar os tornozelos do pardal que falar que não gosta. Pois é. Como tantos amigos com ótimo gosto musical insistiam que eu devia ouvir o figura com mais calma, dei um tempo para sacar a bagaça. A conclusão: realmente acho um saco. Músico bom e o caralho a dezenove, mas realmente a voz do melengo é um pé na ostra. Não sou profundo conhecedor — sei lá, devo sacar umas 15 músicas dele. Só que já foi o suficiente ver ele destruir uma música fodástica como Hallelujah, que é duca na voz do Cohen. Bom, esta mensagem não tem utilidade alguma, mas tá falado!
Escrito por Cesar Ribeiro às 17h42
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SESSENTA MINUTOS PARA O FIM - FOTOS DAS APRESENTAÇÕES, POR NELSON KAO
Passada a primeira semana de apresentações de Sessenta Minutos Para o Fim, a conclusão a que se chega é que a peça está realmente muito boa, com os atores dando show. Tivemos um retorno duca do público e da imprensa, que compareceu em parte à semana de estreia. Em breve sairá crítica num bacanérrimo site de teatro e a peça estará entre as indicadas de uma importante revista de cultura. Só posso agradecer aqui pelas pessoas que estão dedicando seu tempo ao trabalho da Garagem 21, tantos os atores da peça (Ulisses Sakurai, Paulo Campos e Priscilla Maia) quanto os que estão nos bastidores (Sergio Silva Coelho e Rosangela Guidini), além do Diego Bianchi, que está fazendo a arte gráfica do projeto como um todo, e do Nelson Kao, que está fazendo as fotos das peças. Difícil reunir uma equipe tão bacana. Queria agradecer também às pessoas que saíram de casa para assistir à peça. E os comentários de todos. Mas o motivo deste post é que o Nelson fez fotos da apresentação de domingo. Deem uma sacada. 














Escrito por Cesar Ribeiro às 20h13
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