"Há certo que se gasta neste Reyno todos os annos das rendas Reaes quasi hum milhão, ou o que se acha na verdade, em salarios de officiais, e ministros, que assistem ao governo da justiça, e menêo das couzas pertencentes à Coroa: e he mais que certo, que um a ametade dos tais Ministros, e pode bem ser que com a terça parte delles, se daria melhor expediente a tudo; porque nem sempre muitos alentão mais a empreza, e se ella se póde effeituar com poucos, a multidão só serve de enleyo. Se basta hum Provedor em cada Provincia, para que são cinco ou seis? Se basta hum Corregedor para vinte léguas de destrito, para que são tantos, quantos vemos? Tantos escrivaens, meirinhos, e alcaides, em cada Cidade, em cada Villa, e aldea, de que servem; se basta hum para escrevinhar, e meirinhar este mundo, e mais o outro? Este alvitre se deu ao Rey de Castella não ha muitos annos, e não pegou; póde bem ser, que por ser bom para nós. Se esmarmos bem as rendas Reaes das Provincias, e as discutirmos, acharemos que lá ficão todas pelas unhas destes galfarros despendidas em salarios, e pitanças. Entremos nas sete Casas desta Corte, mas que seja na Alfandega, e Casa da India, acharemos tantos officiais, e ministros, que não há quem se possa revolver com elles: e todos bem ordenados: e todos são tão necessarios, que menos póde ser fizessem melhor tudo. [...] Engordão particulares com salarios, e emmagrecem as rendas Reaes no commum, e não há porisso melhores expedientes: muita couza fantastica se sustenta mais por uso, que por urgencia."
*texto retirado do livro Os Donos do Poder, de Raymundo Faoro, em que há a citação deste trecho do livro Arte de Furtar, publicado pela primeira vez em 1652 e de autoria ainda em discussão
LEONARDO BOFF - MARINA SILVA: UM NOVO OLHAR SOBRE O BRASIL
Primeiramente um aviso: ainda não sei em quem vou votar, então o texto abaixo, enviado por email por Leonardo Boff, não reflete exatamente minhas posições, mas é algo para pensar.
Marina Silva: um novo olhar sobre o Brasil - texto de Leonardo Boff
Erram os que pensam que a saida da senadora Marina Silva do PT obedeçe a propósitos oportunistas de uma eventual candidatura à Presidência da República. Marina Silva saiu porque possuía um outro olhar sobre o Brasil, sobre o PAC (Programa de Acelaração do Crescimento) do governo que identifica desenvolvimento com crescimento meramente material e com maior capacidade de consumo. O novo olhar, adequado à crescente consciência da humanidade e à altura da crise atual, exige uma equação diferente entre ecologia e economia, uma redefinição de nossa presença no planeta e um cuidado consciente sobre o nosso futuro comum. Para estas coisas a direção atual do PT é cega. Não apenas não vê. É que não tem olhos. O que é pior.
Para aprofundar esta questão, valho-me de uma correspondência com o sociólogo de Juiz de Fora e Belo Horizonte, Pedro Ribeiro de Oliveira, um intelectual dos mais lúcidos que articula a academia com as lutas populares e as Cebs e que acaba de organizar um livro sobre “A consciência planetária e a religião”(Paulinas 2009) Escreve ele:
“Efetivamente, estamos numa encruzilhada histórica. A candidatura da Marina não faz mais do que deixá-la evidente. O sistema produtivista-consumista de mercado teima em sobreviver, alegando que somente ele é capaz de resolver o problema da fome e da miséria – quando, na verdade, é seu causador. Acontece que ele se impôs desde o século XVI como aquilo que a Humanidade produziu de melhor, ajudado pelo iluminismo e a revolução cultural do século XIX, que nos convenceram a todos da validade de seu dogma fundante: somos vocacionados para o progresso sem fim que a ciência, a técnica e o mercado proporcionam. Essa inércia ideológica que continua movendo o mundo se cruza, hoje, com um outro caminho, que é o da consciência planetária. É ainda uma trilha, mas uma trilha que vai em outra direção”.
“Muitos pensadores e analistas descobriram a existência dessa trilha e chamaram a atenção do mundo para a necessidade de mudarmos a direção da nossa caminhada. Trocar o caminho do progresso sem fim, pelo caminho da harmonia planetária”.
“Esta inflexão era a voz profética de alguns. Mas agora, ela já não clama mais no deserto e sim diante de um público que aumenta a cada dia. Aquela trilha já não aparece mais apenas como um caminho exclusivo de alguns ecologistas mas como um caminho viável para toda a humanidade. Diante dela, o paradigma do progresso sem fim desnuda sua fragilidade teórica e seu dogma antes inquestionável ameaça ruir. Nesse momento, reunem-se todas as forças para mantê-lo de pé, menos por meio de uma argumentação consistente do que pela repetição de que “não há alternativas” e que qualquer alternativa “é um sonho”.
“É aqui que situo a candidatura da Marina. É evidente que o PV é um partido que pode até ter sido fundado com boas intenções mas hoje converteu-se numa legenda de aluguel. Ninguém imagina que a Marina – na hipótese de ganhar a eleição – vá governar com base no PV. Se eventualmente ela vencer, terá que seguir o caminho de outros presidentes sul-americanos eleitos sem base partidária e recorrer aos plebiscitos e referendos populares para quebrar as amarras de um sistema que “primeiro tomou a terra dos índios e depois escreveu o código civil”, como escreveu o argentino Eduardo de la Cerna”.
“Mesmo que não ganhe, sua candidatura será um grande momento de conscientização popular sobre o destino do Brasil e do Planeta. Marina Silva dispensará os marqueteiros, e entrarão em campanha os seguidores de Paulo Freire”.
“Esta é a diferença da candidatura Marina. Serra, do alto da sua arrogância, estimula a candidatura Marina para derrubar Lula e manter a política de crescimento e concentração de riqueza. Lula, por sua vez, levanta a bandeira da união da esquerda contra Serra, mas também para manter a política de crescimento e de concentração da riqueza, embora mitigada pelas políticas sociais”.
“Marina representa outro paradigma. Não mais a má utopia do progresso sem fim, mas a boa utopia da harmonia planetária. A nossa visão não é restrita a 2010-2014. Estamos mirando a grande crise de 2035 e buscando evitá-la enquanto é tempo ou, na pior das hipóteses, buscar alternativas ao seu enfrentamento.
É por isso, por amor a nossos filhos, netos e netas, temos que dar força à candidatura da Marina. E que Paulo Freire nos ajude a fazer dessa campanha eleitoral uma campanha de educação popular de massas”.
Digo eu com Victor Hugo:”Não há nada de mais poderoso no mundo do que uma idéia cujo tempo já chegou”.
ESTA LUZ SÓ PODE SER JESUS - artigo de Pedro Alexandre Sanches
Só gostaria de fazer um comentário sobre "A Fazenda", porque, não adianta, eu não consigo deixar de me interessar e ficar ligado nesses shows de realidade.
Ao que tudo indica, quem vai vencer "A Fazenda" é o Dado Dolabella, aquele canastrão - ou "polentão", como meu velho pai dizia para se referir à canastrice interpretativa do Tarcísio Meira quando o Tarcísio Meira ainda era galã.
Está tudo nos conformes, o Dolabella Jr. (não sei quem se lembra, mas o pai dele era uma figura meio repulsiva, meio vilanesca das novelas globais dos anos 70) desde o início contou mesmo com a simpatia instantânea da torcida. Mas. Foi bastante interessante e instrutivo acompanhar a construção da vitória do rapaz pelos... inimigos dele.
É o enredinho básico de todos os shows de realidade. Logo de cara a turma detecta o potencial vencedor de um determinado candidato, e toma como meta principal derrubá-lo. Por isso, passa a persegui-lo, constante e obsessivamente. E exatamente por isso, e em geral na condição autoconstruída de "vítima", o "pobre" consolida um percurso (sofrido, mas) "vitorioso" e, bumba!, fatura o milhão.
Ou seja, os "perdedores" pavimentam o caminho doirado do "vencedor".
Todo mundo há de lembrar uns três ou quatro ou cinco fulanos que venceram assim o "Big Brother". O cara do lado de cá do espelho se identifica com o perseguido porque também se sente um eterno perseguido, pronto, simples assim.
E não sei se esse método brota da "vida real" para os confinamentos, ou foge deles para ela, ou ambos, mas não é só nas telas da Globo e da Record que a fórmula se consagra e se repete. Longe disso.
Por exemplo, se aquele maluco chamado Luiz Inácio Lula da Silva surfa em ondas colossais de popularidade e prestígio, em alguma medida não seria esse seu percurso pavimentado pela espuma raivosa babada pelas bocas de Vejas, Folhas e Globos? Será que eles nos fazem este bem, sem sequer saber? Será que lá nas profundezas dos fundos dos porões das mentalidades eles desejam o bem do Brasil, ainda que o bem do Brasil seja o contrário do que eles mais desejam?
E, a bordo da histeria midiática destes dias que correm, você se espantaria se, num futuro breve, José Sarney fosse eleito para o cargo que quisesse, se o quisesse?
E alguém conhece um brasileiro com mais cara de "vítima" que o "rei" Roberto Carlos?
E a Dilma Roussef, estará secretamente torcendo para que apareçam muitas e muitas e muitas fichas policiais falsas, Linas, Marinas e que tais? (Não estou sendo original aqui, vários têm apontado o efeito fermentador do ódio contra Dilma no crescimento da aceitação a Dilma. Ainda que ogros, damas de sociedade, intelectuais sensíveis e reginas duarte em geral gritem aos quatro ventos seus picarescos "eu tenho medo da Dilma".)
Outro que sabe muito bem se servir da condição de perseguido é aquele homem franzino e de expressão aparentemente impassível chamado Edir Macedo, o bispo-mor da Igreja Universal. Vi ele outro dia no domingão da Record falando mais ou menos isto: que é perseguido, que sempre foi perseguido (inclusive dentro de camburão) e que assim continuará sempre sendo. Está feita a "vítima", pronto, eis a sopa no mel para que seu enorme contingente de admiradores aumente em progressão continuada e autossustentável. Mas, também, om o auxílio luxuoso e platinado de sua maior inimiga, dona Globo - que, no sonho de destruir seu Dolabella particular, brinca com o fogo de rejeitar, ofender e se indispor com o imenso eleitorado evangélico disponível no Brasil.
(Aliás, veja a ironia: há uma evangélica à beira de se tornar candidata à presidência da República, também sob o patrocínio aloprado de inimigos de Lula e Dilma como José Serra, Globo, Veja, Folha & cia limitada.)
E este meu vaivém maluco por personagens disparatados tem um só objetivo final: observar que neste domingo, quando se consumar a vitória do Falabella, quero dizer, Dolabella, o símbolo que estará emoldurado atrás dele não é apenas mais uma enfadonha vitória do "perseguido".
Simbolicamente, o "vencedor" por trás do tão perseguido Dado Dolabella é Edir Macedo, o homem que lhe pagará o prêmio-bagatela de 1 milhão de reais.
A Legendary Pictures, produtora norte-americana de filmes como Batman Begins, 300 e Se Beber Não Case, começa a trabalhar num projeto de levar a vida de Jimi Hendrix para as telonas. O roteiro fica nas mãos de Max Borenstein, e os rumores indicam que o guitar man seria interpretado por Andre 3000 (Outkast) ou Lenny Kravitz. A informação surgiu no site da revista Variety, mas parece que vai sair mesmo do papel: o projeto já foi incluído na black list, lista elaborada por executivos de Hollywood que indica os roteiros mais promissores do ano. Por enquanto, o problema é achar um grande estúdio que assuma a responsa de arcar com os custos de direitos autorais sobre as músicas. É esperar que role.
Começa nesta sexta-feira o Ciclo Era Digital, maionese preparada pelo Sesc que vai reunir estudiosos de França, Itália, Canadá e Brasil para discutir sobre as novas tecnologias digitais de comunicação e seu impacto na sociedade. Na roda temas como sociedade da informação, filosofias da rede, arte global e culturas juvenis online e o futuro digital da democracia. Já estão confirmados figuraças como Alberto Abruzzese (sociologia da comunicação de massa), Derrick de Kerckhove (sociologia da arte), Mario Perniola (estética, teoria da arte e arte contemporânea) e Michel Maffesoli (sociologia do cotidiano).
A abertura será uma conferência com Pierre Lévy, criador do conceito de inteligência coletiva na era digital e professor da cátedra de mesmo nome na Universidade de Otawa (Canadá), que discutirá exatamente sobre esse conceito. Em seguida vai rolar uma mesa-redonda sobre a construção da inteligência coletiva no Brasil, da qual participarão Massimo di Felici, Paulo Nassar, Eduardo Fischer e Yakuy Tupinambá, além do próprio Lévy.
Outside the café by the cracker factory You were practicing a magic trick And my thoughts got rude As you talked and chewed On the last of your pick n mix Said your mistaken if you thinking that I an't been called cold before As you bit into your strawberry lace, And then a flip in your attention in the form of a gobstopper, Is all you have left and it was going to waste
Your past times Consisted of the strange And twisted and deranged And I love that little game you had called Crying Lightning And how you like to aggravate the ice cream man on rainy afternoons
The next time that I caught my own reflection It was on it's way to meet you Thinking of excuses to postpone You never look like yourself from the side But your profile did not hide, The fact you knew I was approaching your throne.
With folded arms you occupy the bench like toothache Saw them, puff your chest out like you never lost a war And though I try so not to suffer the indignity of a reaction There was no cracks to grasp, no gaps to claw
And your past times Consisted of the strange And twisted and deranged And I hate that little game you had called Crying Lightning And how you like to aggravate the icky man on rainy afternoons Uninviting But not have as impossible as everyone assumes You are Crying Lightning
Your past times Consisted of the strange And twisted and deranged And I hate that little game you had called Crying Lightning Crying Lightning Crying Lightning Crying Lightning Your past times Consisted of the strange And twisted and deranged And I hate that little game you had called Crying
Pupilas de vinil brilham ensangüentadas na Av. Atlântica E o corpo de uma Chinesa Videomaker Jaz espatifado em frente ao Othon Palace
Todos os RJ’s, todos os jornais locais Todos os plantões policiais noticiam que...
Pupilas de vinil brilham ensangüentadas na...
São 2:45 da manhã, mas tudo começou às 23:45 Naquele edifício abandonado, de frente para Av. Atlântica Entre a Prado Jr. e a Princesa Isabel Onde funciona o...
Gueto Hong Kong, Boate Gueto Hong Kong
Uma Chinesa Videomaker supervisiona sua boate pornô A única com garçonetes da dinastia Ming em topless Eu digo, Ming em topless
Ela atravessa a multidão e dança de frente pruma imensa vitrine Lotada de casais trepando, iluminados por slides da "Escrava Isaura"
Tudo em ordem...
Meia-noite. A Chinesa pára de supervisionar Sua boate pornô Resolve dedicar-se ao seu passatempo mais feroz. Ela quer capturar pessoas pela noite de Copacabana Ela quer chupar o sexo dessas pessoas Ela quer massacrar os olhos delas com incessantes imagens De telejornais
Ela entra na sua limusine prateada forrada com pentelhos de pin-ups E pega a Av. Atlântica em alta velocidade.
0:15. Ela chega na esquina de Siqueira Campos com Atlântica E joga um cabeção sonífero na cara de um rapaz Que cai estatelado
Coloca o rapaz dentro de sua limusine prateada Pega um retorno na Siqueira Campos E parte em alta velocidade na direção do Leme
0:30. Ela passa em frente ao Meridian
0:35. Ela chega nos subterrâneos de uma garagem na Gustavo Sampaio
0:40. Ela coloca o rapaz no centro de um telão de 360° Com os olhos esbugalhados por grampos especiais
0:45. Ela liga o telão e os olhos do rapaz Começam a ser massacrados Por incessantes imagens de telejornais
0:50. Ela começa a chupar o rapaz Yeah, yeah!
Ela chupa o rapaz massacrado Por telejornais, ela chupa
Ela chupa, ela chupa!!!
1:15. E agora, entre uma chupada e outra A Chinesa diz algumas coisas para o rapaz
"Aí, rapaz. Eu dediquei toda a minha vida ao mundo Das imagens artificiais Das telinhas, dos telões Vetezei dos comerciais mais lisérgicos Aos mais belos bombardeios aéreos
Por isso eu te digo, rapaz Que pra cada beijo e facada Existe uma coisa pesquisada
E o mais vagabundo ferro de passar Tem a ver com uma pesquisa militar
Quantas vezes o mundo é catalogado Registrado eletronicamente Todos os dias?
Por isso eu te digo, rapaz Que diante das imagens é preciso ter... e relaxar a razão de todas as coisas!"
Sexuais imagens de telejornais Internacionais imagens de telejornais Policiais imagens de telejornais Espaciais imagens de telejornais
1:45. Sexo chupado, olhos massacrados
O rapaz é deixado, abandonado pela Vídeo-exú Numa encruzilhada do Leme E a Vídeo-exu resolve dar uma voltinha até o Othon Palace Atravessando as multidões que saem Das sessões de meia-noite de Copacabana
Duas horas da manhã!
Ela atravessa as multidões cinematográficas
Do Cinema 1 Do Ricamar Do Jóia, do Bruni, do Condor Do Art-Palácio Do Copacabana Do Roxy!!
E o que ela vê na madrugada da Xavier? Ela vê na madrugada da Xavier da Silveira Na vitrine de uma loja de artigos esportivos Adidas Um telão passando ininterruptos saques De Martina Navratilova e Gabrielle Sabatini
Hipnotizada por um "saque-Sabatini", ela nem percebe a aproximação Das famosas menininhas "Neo-Madonnas" com seu novo visual
Quando a Mandarim Pornô se toca Já tá cercada pela Neo-Madonnas que perguntam ironicamente: Surprise, Shangai?
2:35. As Neo-Madonnas levam pro alto do Othon Palace A Chinesa Videomaker
2:44. As Neo-Madonnas vão jogar Vão jogar E vai cair e vão jogar Caiu!
Bateu com a boquinha no 10° andar Bateu com os peitinhos no 8° andar
China-Exú, Like a Virgin China-Exú, Holiday China-Exú, Lucky Star China-Exú, Material Girl China-Exú, Papa don’t Preach China-Exú, True Blue China-Exú, Get in to the Groove China-Exú
Pra quem curte escrever pra cinema, estão abertas as inscrições para o décimo segundo Laboratório Sesc Rio de Roteiros para Cinema, que vai selecionar dez roteiros que contarão com consultoria de profissionais do Brasil e do exterior para melhorar o desenvolvimento da bagaça. O laboratório acontece de 23 a 27 de novembro no Sesc de Petrópolis.
Rola hoje no Cinemark do shopping Pátio Paulista a pré-estreia do filme o O Fim da Picada. Dirigido por Christian Saghaard e produzido pela Cinegrama Filmes, o longa é inspirado na obra Macário e tem no elenco a grande Maura Baiocchi, uma das feras do butô no Brasil. Conta ainda com participações especiais de Carlos Reichenbach e José Mojica Marins. A bagaça rola às 19 horas.
Depois de "vazar" na internet na semana passada sem que banda alguma assumisse a autoria, o Radiohead confirmou que a música These Are My Twisted Words é mesmo deles e soltou hoje a bagaça no site oficial para download gratuito. Quem curte a parada, corre lá.